Dezembro - 2009
Novembro - 2009
Outubro - 2009
Setembro - 2009
Agosto - 2009
Julho - 2009
Junho - 2009
Maio - 2009
Abril - 2009
Março - 2009
Fevereiro - 2009
Janeiro - 2009


www.flickr.com
This is a Flickr badge showing public photos from bokapiu. Make your own badge here.

[ quantos aqui? ]

on line

Locations of visitors to this page

[ tempo em salvador ]


[ campanhas ]


[ hospedagem ]

[ faço parte ]


O Ponto de Encontro dos Blogueiros do Brasil


[ ñ esqueça ]


[ nedstat ]


Sexta-feira, Janeiro 22, 2010

E ontem fizemos do show "Viva o Grão" uma enorme celebração de amor à vida, ao trabalho em família, ao respeito, ao sonho de Lula, seu criador, e a um ideal de vida.

O tema era o "Grão", em alusão ao restaurante preferido de 9 entre 10 pessoas que curtem a culinária macrobiótica. (Fui macrô dos 18 aos 22 anos e meio!).

Ainda estou sob enorme emoção, mas volto pra contar como foi!

Um viva à energia de amor, beleza vocal e encantamento de Carla Visi, minha mais nova e querida amiga. Você tem uma estrela que Deus te deu e outra que te ampara no céu, você tá sabendo, né? Como bem disse Socorro Lyra para mim, em momento confissão, você pode ser quem quiser, a hora que quiser, não há sistema que te prenda, nem o axé system, nem nenhum outro. Haja talento aí, viu? Impressionante!

Um abraço a Jackson Costa, companheiro do início de minha carreira teatral.
Devo dizer a ele que a homenagem de comer a banana passa no palco para mim soou como um carinho incomensurável.
Por isso, não tão somente, ele é o nosso mais vibrante e talentoso ator de todos os tempos, nessa minha matinal opinião.
Vi ontem em Jackson, além dele mesmo, um lampejo de Castro Alves, sua atuação me remeteu a um misto de contemporaneidade,
beleza,vigor físico, despreendimento e alegria de estar vivo em cena! Foi lindo!

Obrigado especialmente a Rino, pela indicação e confiança em meu trabalho, suas palavras sempre me põem pra frente, meu amigo querido!

À Paty Musasci, linda produtora de olhos lunáticos. A Vera (a dona do Grão), pela confiança de colocar em minhas mãos 35 anos de uma história emocionante. A Nando Ishiruji, meu parceiro de trabalho, que subiu e desceu escadas pra dar bruma ao evento, a Fernanda Mascarenhas, pelo início de uma longa parceria, aos músicos todos e aos convidados, cada um mais interessante que outro, à classe de Marilda Santanna, ao carinho de Socorro Lyra, a camaradagem de Val Macambira, ao vinho de Carlos Pitta e sua esposa de olhos de dança, ao louco emblemático Hugo Luna que encantou a platéia feito cobra do mato, que homem especial! A Suely Sodré, que mesmo sem passar o som, mostrou fôlego na música de Paulo Nogueira, quem mais? Será que tô esquecendo? Ah, claro, ao roadie Marquinhos (3 dias sem dormir vindo do Festival de Verão em montagem), a todo público presente, quase casa lotada (Ninho, Rasec, Tom e Marinho, os meus convidados especiais) e sobretudo a Deus que me guiou nesse meu debut profissional no mundo do showbizz da música baiana!

Um beijo a todos!

JoHnNy::[10:38] |


Sábado, Janeiro 02, 2010

gostinho de ano bom

E 2010 começa super família para mim. Depois de muitos anos dei a sugestão de comemorarmos o aniversário da minha mãe, que acontece no dia 30 de dezembro. Assim, fizemos uma festinha para ela na casa da minha irmã em Stella Maris. Nando passou o dia inteiro editando um vídeo em homenagem a ela com depoimentos dos filhos e netos, fotos e duas músicas que marcam a vida de Mainha: "Kalu" e "Como é Grande o meu Amor por Você". Nem é necessário dizer que arrancou lágrimas de todo o mundo. Depois, passamos ao riso e à diversão, como é de costume entre a família.

A festa de Reveillon, foi mais uma vez em família, nem me recordo a última vez que passei o final de ano com meus irmãos, sobrinhos, cunhados e minha mãe. Há anos criei o hábito de passar Natal com eles e em seguida viajar. Ainda que ficasse em Salvador preferia passar a virada em festinhas menos comportadas. Dessa vez fomos todos para Arembepe, por sorte o condomínio ficava à beira da praia e assim pude passar os primeiros minutos dessa nova década com os pés fincados no mar. Assim que gosto, é um bom augúrio para mim.

Tentamos ver o show de Daniela Mercury no Farol da Barra, no primeiro por do sol do ano, mas estava impossível. Uma multidão de gente ensandecida, suada, parecendo carnaval e desviamos nosso destino e fomos comer uma moqueca no Kebab Tropical, ali mesmo na Barra. Desaconselho qualquer um a fazer o mesmo. O garçom avisara antes que a moqueca ressai muito e que ela vem saliente. Seja lá o que isso quer dizer, a moqueca é apenas correta, sem nada de especial, nem ressaída nem saliente e para nosso espanto, o restaurante (cheio de turistas) não tinha um molho de pimenta decente e nos brindou com uma garrafinha desses molhos de pimenta industrializados. Um erro em se tratando de Bahia, mas enfim, em se tratando da Bahia, atualmente, esse é um dos menores erros.

Agora, é curtir o verão, esperar que o ano comece, de verdade, logo depois do carnaval e torcer para que 2010 seja frutífero, cheio de oportunidades e o início de um novo momento em minha vida. Sinto isso e vou lutar por isso!

Bom ano novo a todos que passam por aqui. Saúde e prosperidade!
.

JoHnNy::[03:32] |


Quinta-feira, Dezembro 17, 2009

balanço quase geral no fechar das cortinas para o novo ano

Faltam quinze dias para o ano de 2009 acabar, como a maioria das pessoas desse planeta me pego fazendo um balanço mental de como foram esses 365 dias do calendário. Nada muito organizado não, apenas um balanço geral da coisa. Ou quase. O ano começou bem, logo nos primeiros dias dirigi um resultado de oficina em Simões Filho sobre a história do povoamento da cidade. Foi um trabalho gostoso de fazer com jovens interessados em descobrir o teatro, assim sempre vale à pena. Em seguida fui para Imbassahy com Nando curtir uns dias de sol e dolce far niente.

Viajamos juntos para Curitiba ainda em janeiro, de lá fui para Montevidéu, Punta Del Leste, Buenos Aires, findando a viagem já no mês de fevereiro com alguns amigos feitos por lá, outros que visitei e deslumbrado com o cone sul do continente.

Assim que aterrisei em Salvador, pouco antes do carnaval, dirigi um show em homenagem a Carmen Miranda com Andréa Daltro no vocal e o grupo Janela Brasileira mandando ver no instrumental.

O carnaval foi bem tranqüilo, com Nando que veio de Curitiba e não gostou muito da festa. Confesso que eu também não estava na vibe do carnaval e o melhor seria se tivéssemos ido para uma praia distante.

O mês de março foi uma lástima. Perdi dois dos trabalhos que mais gostava de fazer. O primeiro deles era lecionar teatro no Colégio São Paulo, a direção alegou que estava fazendo cortes e dispensou a mim e a professora de dança. Na semana seguinte fui dispensado carinhosamente da direção do grupo de teatro dos alunos de veterinária da Ufba. Tinha e ainda tenho por eles um carinho imenso, a saída do grupo me deixou ainda mais triste. Tudo anunciava um ano complicado e foi.

No primeiro semestre só se falava em crise econômica e foi a coisa que mais ouvi. Aqui e ali todo mundo reclamando e nenhum projeto acontecendo. O Grupo da Maturidade que coordeno há 13 anos começou timidamente seus trabalhos em abril e findamos o ano com um saldo positivo. Montamos um espetáculo novo e as meninas estão cheias de gás para 2010.

Em junho viajei com Luís, meu amigo de infância, para Curitiba e lá tive direito a aniversário surpresa, por obra e graça de Nando, que juntou os amigos teatrais dele em torno de mim.

Em julho fui convidado a coordenar o departamento de teatro da Casa das Artes em Candeias, uma cidade a 52 km de Salvador. O projeto da Casa das Artes é ótimo, visa melhorar o letramento dos alunos utilizando as diversas artes como ferramentas. O problema é que o projeto esbarra na burocracia da prefeitura. Tudo é complicado e arrastado demais. As intenções são as melhores, mas o sistema aniquila a criatividade e a boa vontade. Só Nossa Senhora das Candeias para jogar uma luz sobre a cabeça dos homens!

O segundo semestre deu uma melhorada nos trabalhos, começaram a pintar aqui e ali pequenos trabalhos de publicidade, teatro-empresa e um comercial em nível nacional.

De tudo que rolou nesse ano, no entanto, a coisa que mais gostei de fazer foi ter começado, em abril, o curso de canto com Andréa Daltro na Oficina Voz e Criatividade. O curso, além das técnicas vocais, permite que você escolha um repertório para cantar no final de cada semestre. Os colegas são super envolvidos com a oficina e vibram junto com as conquistas dos outros. Em agosto apresentamos um show no teatro do Sesi cantando sambas clássicos e agora em dezembro fizemos uma homenagem a Gil e Caetano, cantando músicas que marcaram as carreiras dos baianos. Cantar é uma delícia, é bem diferente de teatro, em ambos temos que estudar, mas a liberdade do canto é maior e o modo de tocar as pessoas também.

Enfim, foi um ano de poucos resultados no trabalho em nível financeiro, mas de grandes colheitas no terreno da amizade e do amor. Como diz Caetano na letra de Dama do Cassino:

“Diz-se que quem é feliz no amor
No jogo é infeliz
Mas de quem faz do amor
Um jogo o que é que se diz?”


Eu não sei jogar, mano Caetano...

JoHnNy::[01:38] |


Sexta-feira, Novembro 13, 2009

quando nem sempre se é aquilo que se parece

Mariene de Castro, algum tempo atrás, era para mim apenas um enorme engodo que uma parte da mídia baiana resolveu abraçar catapultando-a a condição de promessa do samba baiano. Já vi muitos dos seus shows, inclusive em começo de carreira e me perguntava o que aquele ser híbrido de Clara Nunes com Maria Bethânia pretendia. Via nela pouca coisa, além de um arremedo da saudosa Clara, copiando figurino, jeito de cantar, inclusive os rodopios, copiados de coreografias dos antigos video-clips, chegando a ruborizar fãs da mineira que ficaram indignados com o que consideraram sacrilégio. Argumentei, na época, a título de ponderação, que os rodopios eram parte da dança do samba de roda do recôncavo, de onde a moça parecia vir, até assistir uma gravação de Clara para o Fantástico e concordar com os fãs que ali estava mesmo uma bela forçada de barra.

E como argumentar em relação aos arroubos e a postura de cena à La Maria Bethânia? Convenhamos que se mirar em duas figuras musicais por demais características é uma coisa, mas simplesmente chupá-las, aí já é mais complicado. Considerei uma tremenda ingenuidade da artista, para não dizer burrice. O que não é o caso de Mariene, pois de burra ela não tem nada. Tempos depois fui assistir a um show dela dirigido pelo ator Ricardo Castro no teatro do Sesi Rio Vermelho. Saí de lá um tanto aborrecido, mas feliz. A minha expectativa era que o talentoso Ricardo conseguisse desvencilhar Mariene de seu propósito de imitar as cantoras que admirava. Ele conseguiu em parte. Lá estava ela toda dirigida, até mesmo exageradamente amarrada às marcas da direção, mas imprimiu ali, pela primeira vez, um jeito próprio de cantar e se portar no palco. O engodo estava se desfazendo.

Outro episódio que marcou a imagem que tenho dela foi num show da Concha, que acontece todos os anos em janeiro, para celebrar a cidade de Santo Amaro. Nessa época, Mariene era casada com o neto de Dona Canô, Jota Veloso, sobrinho de Caetano e Bethânia. Nessa ocasião, pela primeira vez, a matriarca dos Veloso não pode comparecer e diante de uma Concha Acústica repleta de quase quatro mil pessoas, Mariene pediu que todos rezassem por Dona Canô.

Naquele momento fez-se um burburinho ruidoso e o boato era de que a vetusta senhora teria falecido. Ledo engano. Dona Canô não comparecera porque estava indisposta com uma dor de cabeça. O fato é que quatro mil pessoas rezaram um pai nosso para Dona Canô, a pedido de Mariene, que satisfeita com a homenagem ou a puxação de saco, recebeu logo em seguida, dentro do camarim, uma enorme bronca de Caetano que esbravejou para quem quisesse ouvir:

- Olha aqui, menina, não fique querendo se promover à custa da minha mãe não!

E o restante da conversa não será reproduzido aqui porque a minha fonte afirma que não foi, digamos assim, um papo dos mais amigáveis.
Logo em seguida, Jota Veloso foi ao Rio pedir a Bethania um apoio financeiro para a carreira de Mariene, na época além de marido, ele era seu produtor, no que a abelha rainha se negou dizendo a Jota que para aquela menina não tinha apoio nenhum. Ainda assim, como é conhecida a sua generosidade, é possível assistir a aparição de Mariene numa gravação no quintal da casa de Santo Amaro no filme Pedrinha de Aruanda, sobre a vida de Bethânia, dirigido por Andrucha Waddington e lançado em 2007.

Hoje, Mariene já tem uma estrada percorrida, aqui e ali ainda evoca alguns sinais de Clara ou Bethânia, mas cada vez mais se distancia dos seus ídolos, encontrando um jeito próprio de cantar os sambas do recôncavo e especialmente quando entoa as criações de Roque Ferreira, aí se revela uma cantora interessante. O que ela precisa aprender urgentemente é a não repetir o repertório em shows por tanto tempo, basta ir aos ensaios de verão toda semana que é possível dizer de cor, e na ordem, a lista das canções. Outra coisa que sempre ouço reclamarem dela, embora a mim não faça falta nenhuma, é que precisa aprender a ter mais carisma no palco, mas isso daí não se aprende. Ou se tem ou não, porque carisma não dá pra copiar. Ou dá?

JoHnNy::[04:41] |


Quinta-feira, Outubro 22, 2009

suave como um trator

Não, eu não li O Segredo, nunca fui fã desses livros de auto-ajuda, mas desde pequeno sempre fui de mentalizar o que queria. E, quando criança, sempre ganhei fácil os presentes que quis no Natal ou aniversário, sempre conquistei os amigos e namoradinhas que desejei, sempre realizei os meus sonhos. Conjugo no passado, porque tem um momento aí da minha vida que acho que deixei de desejar com afinco e de correr atrás mesmo, de verdade, das coisas que queria e dos sonhos. Continuo fazendo o que gosto e o que acredito, mas sem aquele brilho dos olhos de menino. Ou eu cresci na contramão de mim mesmo ou foi a minha garra que se tornou menor. Na verdade, o desejar de um adulto vem agregado a tantos e intrincados ônus que quando o bônus chega a diferença entre a alegria pueril e o novo olhar de gente grande é avassaladora.

E sou daqueles que acreditam em poder de mentalização e na sobrevivência da criança interior. Acredito, mas percebo que nunca foi o bastante para me caracterizar como praticante de religiões, cultos, algo que exija uma disciplina mental ou física. Outro dia uma amiga me ensinou um mantra e disse para realizá-lo várias vezes ao dia. Tenho feito, assim como sempre rezo o Pai Nosso, desde criança, que para mim funciona como um mantra. Esse mantra da minha amiga, tem me feito enxergar possibilidades de mudança do padrão mental. Coincidência ou não, há algo diferente acontecendo na energia do que o mantra evoca. Ainda não posso falar muito, até porque essas coisas precisam mais ser sentidas do que reveladas.

Só que não é sobre nada disso que quero escrever aqui. Aliás, escrever aqui se torna a cada dia menos constante, estava olhando os arquivos e relendo passagens do que já escrevi e pensando como era necessário contar meu dia, falar de pessoas que conheci, filmes e peças que vi e até passagens íntimas que hoje nem por decreto presidencial sou capaz de narrar.

Hoje me ocupo mais com o facebook e o twitter, acho que é porque se escreve menos, o retorno de quem te lê é mais rápido e assim é como na vida. Tudo rápido, relações fast food e vamos nessa!

O motivo desse post era comentar sobre um trabalho de teatro que fiz para o Polo Petroquímico essa semana e que me deu, literalmente, altas dores de cabeça, mas acabei mudando o assunto. Acho que essa odisséia ficará para um próximo momento.

Talvez com a distância histórica dos fatos eu pegue mais leve no que vou contar. Voltarei suave. Ou não.

JoHnNy::[12:09] |


Quinta-feira, Outubro 08, 2009

money, summer e outros bichos

Então é fato, já estamos em outubro e o verão se aproxima. Tempo de ócio, de gastar dinheiro, de viajar, de ir a todos os ensaios e festas que pululam nessa cidade inquieta. Esse foi um ano, assim pode se dizer, porque ele praticamente já se finda, onde o que menos se viu foram estréias nos teatros e onde o povo teatral menos trabalhou. Comigo também foi assim, se no ano passado, nessa época, eu estava em quatro produções diferentes, em escolas, empresas e no palco, amealhando o dinheiro que me levaria em janeiro e fevereiro para Curitiba, Buenos Aires e Montevidéu, esse ano estou em apenas duas que a contar pelo dinheiro me levaria no máximo a Aracaju. Isso para ficar hospedado na casa de Beto e Celso, porque para pagar hotel nem daria!

Essa coisa da instabilidade financeira do artista não é novidade, há épocas onde o dinheiro abunda e há épocas onde tomamos na bunda!
2009 está sendo um ano onde estamos levando ferro grosso e não estamos sorrindo para isso.

Além do pouco investimento do governo atual no cenário artístico, ainda que eles insistam em dizer o contrário, considerando a nossa importância, haja visto que a Bahia é celeiro produtor de artes desde que Cabral aportou por aqui, as empresas também se retraíram, as escolas fizeram o mesmo e com isso o campo de trabalho reduziu-se bastante.

Essa semana recebi um telefonema de uma produtora para a montagem de uma performance para uma empresa, fui munido de uma caderneta e muitas idéias, ela quer um produto diferenciado, disse que as empresas estão cansadas da mesmice, acenei com uma novidade e quando fui saber o cachê, a vontade foi de levantar da mesa e dizer tchau, passar bem!

Só que diante da crise, reduzi o tempo do trabalho, guardei no bolso as possibilidades e farei algo mantendo a qualidade, mas sem grandes vôos, afinal, o meu trabalho tem um preço e não é barato. Infelizmente não posso ficar de braços cruzados. O duro é nessa altura do campeonato ter que ouvir que tudo é uma vitrine, as pessoas vão te conhecer e te chamar mais, sei o quanto você é bom e todo blá blá blá que produtor costuma dizer quando quer arrancar algo de você!

E se eu dissesse não, ainda assim, teria alguém ali adiante para fazer pela metade! Isso eu ouvi da produtora e ela ainda citou nomes.

De qualquer modo, chamarei uma colega teatral, talentosa e divertida, que está precisando muito trabalhar, vou dividir com ela esse cachezinho abençoado, com ele faremos umas compras, gastaremos com alguma coisa ou pagaremos umas contas. E torceremos para que outros cachês venham em abundância, afinal o verão vem aí e quem viver verá! E gastará!

E.A.D.C.U.I. !!!

JoHnNy::[00:35] |


Terça-feira, Setembro 29, 2009

vivendo e apreciando

O tempo de fúria aparentemente cessou na cidade da Bahia. Na verdade, na verdade queimaram um ônibus outro dia, mas isso está se tornando tão banal que ninguém se importa mais. Tenho ido a muitos shows, peças, eventos e que tais, sem saco e sem vontade de comentar por aqui, mas o que mais me indignou foi não comer um caruru ontem no dia dos santos gêmeos. Tinha até um convite, mas era lá onde o vento faz a curva e não me animei de pegar a motoca e ir conferir!

Esse post é só pra dizer que estou vivo e de olho aberto pro mundo.

Volto logo mais para contar tudo que sei. Ou não!

JoHnNy::[00:57] |